Elizabeth Gilbert é autora do livro “Comer, rezar e amar.” Ela fez um filme com o mesmo nome do livro que publicara. No vídeo, não podemos deixar de observar a mensagem “positiva” que, em todo tempo, Elizabeth Gilbert passa para seu público. Esse tipo de discurso tem feito muitas pessoas buscarem na mensagem “triunfalista” alívio para seus problemas. A religião tem tentado atrair pessoas através da mensagem positiva. Muitos são os que se apegam a tal discurso e, muitas vezes, dão conta de si e notam que “não deu tudo certo.” Isso gera frustração e piora a situação.
Elizabeth diz que se envolveu com práticas paranormais. Paranormal é a pessoa a quem se atribui grau de experiência e ações incomuns, fora do ordinário da capacidade humana de sentir e fazer. Muitos têm buscado, nessa experiência, sentido para a vida. Há uma grande necessidade no ser humano pelo espiritual. O ser humano tem tentando buscar, no lado místico, resposta e alívio para os seus anseios. Ela diz que seu trabalho é resultado do transcendental. A cada dia que passa, temos visto pessoas que testemunham sobre experiências com o sobrenatural. A Igreja (especialmente as evangélicas) tem “monopolizado” essa experiência com o sagrado. Ao meu ver, penso que Deus se revelou não a um grupo específico, mas a um povo que é dEle, e a humanidade pertence a Ele. Precisamos entender que Deus é soberano. Mas a Igreja tem tomado essa soberania para si. Muitas vezes nos achamos os donos da verdade e esmagamos todos que têm uma forma de pensar e experimentar Deus diferente de nós.
Por Janilson Soares
Por Janilson Soares

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