Os fazeres teológicos não são recentes, afinal, mais especificamente, os saberes teológicos se dão antes mesmo do gesto sublime do Criador. Esta ordem cronológica se estendeu até este momento: da Revelação à compreensão, construção e compreensão do manifestação do Sagrado.
Quando se debruça na história para contemplá-la, e, assim, aprender com ela e entender o homem e a realidade presente, eventos mil são observados. Com a lente e o rastreador teológico, não é difícil se perceber e encontrar as fagulhas dos anseios ao Sagrado no decorrer do livro dos atos do ser humano, chamado história.
O que se contempla, entretanto, são muitos esboços advindos da vontade de suplementar e completar o desejo e o grito pelo Sublime. Muitos intentaram e conseguiram escrever profundas e louváveis obras primas desde enciclopédias a compêndios. Outro fator importante é verificar que cada sentimento teológico era contemporâneo ao seu tempo e respondia aos desejos do seu tempo. Isto não significa que todos estes saberes devem ser descartados ou eliminados, mas, pelo contrário, eles lançam luzem ao entender e ao produzir de hoje.
Ao fazer teologia, hoje, é importante ressaltar que as perguntas e as demandas mudaram e muito. Mas porque mudaram? Mudaram porque as exigências outras são. Com todo o surpreendente desenvolvimento lógico e racional das pessoas, a abertura ao conhecimento, a condução acessível às fontes de pensamentos e compreensão, fizeram com que as perguntas sejam mais e mais profundas e complexa.
Elizabeth Gilbert, uma escritora norte-america-na, tem muito a ensinar, pois ela nos recorda a importância da inspiração. Aprende-se muita com esta genial pensadora também neste sentido, já que para se falar, se comunicar sobre algo tão importante que é a vida, seguindo os seus pontos de vistas, é preciso inspiração. Isto é algo, portanto, que não está no ser humano, é muito mais sublime, muito elevado e muito imiscível à sua natureza. O ser humano é um simples e valioso canal para a “materialização” desta Inspiração.
O que se contempla, entretanto, são muitos esboços advindos da vontade de suplementar e completar o desejo e o grito pelo Sublime. Muitos intentaram e conseguiram escrever profundas e louváveis obras primas desde enciclopédias a compêndios. Outro fator importante é verificar que cada sentimento teológico era contemporâneo ao seu tempo e respondia aos desejos do seu tempo. Isto não significa que todos estes saberes devem ser descartados ou eliminados, mas, pelo contrário, eles lançam luzem ao entender e ao produzir de hoje.
Ao fazer teologia, hoje, é importante ressaltar que as perguntas e as demandas mudaram e muito. Mas porque mudaram? Mudaram porque as exigências outras são. Com todo o surpreendente desenvolvimento lógico e racional das pessoas, a abertura ao conhecimento, a condução acessível às fontes de pensamentos e compreensão, fizeram com que as perguntas sejam mais e mais profundas e complexa.
Elizabeth Gilbert, uma escritora norte-america-na, tem muito a ensinar, pois ela nos recorda a importância da inspiração. Aprende-se muita com esta genial pensadora também neste sentido, já que para se falar, se comunicar sobre algo tão importante que é a vida, seguindo os seus pontos de vistas, é preciso inspiração. Isto é algo, portanto, que não está no ser humano, é muito mais sublime, muito elevado e muito imiscível à sua natureza. O ser humano é um simples e valioso canal para a “materialização” desta Inspiração.
Por Gustavo Mathias

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